
Se você já olhou para um saxofone e pensou “ué, por que alguns são enormes e outros parecem menores? Quais As Diferenças Entre os Tipos de Saxofone”, relaxa: todo mundo já passou por isso.
O universo dos saxes (sim, se escreve assim, rsrs) é tipo uma família grande: cada um tem sua personalidade, seu jeito de falar e até um humor diferente.
E entender essas diferenças te ajuda não só a escolher o instrumento certo, mas também a entender seu próprio caminho musical.
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Por que existem tantos tipos de saxofones?
O Adolphe Sax, lá no século XIX, não pensou pequeno.
Ele criou uma família inteira de instrumentos para cobrir todas as faixas de som — dos gravezões pesados até os agudinhos brilhantes.
É como montar um grupo musical onde cada instrumento preenche um espaço da frequência.
E justamente por isso temos vários: soprano, alto, tenor, barítono… e até uns primos mais excêntricos, como o sax baixo e o contrabaixo, que parecem um monstro saído de um filme de fantasia.
Mas vamos aos principais!
Sax Soprano — o “agudinho elegante”
O soprano é o mais agudo dos saxofones populares.
Ele tem um som doce, brilhante e super limpo — quase como a voz de alguém que fala fino, mas com classe.
Ele é menor, mais leve e normalmente mais desafiador no começo, porque exige controle de embocadura bem afinadinha.
Dá pra comparar com aprender a dirigir um carro esportivo: lindo, potente, mas qualquer vacilo aparece.
Sax Alto — o favorito dos iniciantes
O alto é o “irmão do meio” equilibrado da família.
Não é agudo demais, não é grave demais — é o meio-termo perfeito.
Por isso é o mais recomendado para começar.
Ele tem um som mais confortável, fácil de controlar, e aparece em praticamente todos os estilos musicais: jazz, pop, rock, gospel, pagode, bossa… o que você imaginar.
Se fosse uma pessoa, seria aquele amigo que se adapta a qualquer rolê.
Sax Tenor — o “voz grave charmosa”
O tenor é um pouco maior e tem aquele som encorpado, quente, meio rouco — tipo voz grave de locutor de rádio durante a madrugada.
Ele é adorado no jazz e no pop, e tem uma vibe mais poderosa.
É um instrumento incrível, mas exige um pouco mais de ar e de resistência física.
Pensa nele como carregar uma mochila um pouquinho mais pesada: nada impossível, mas pede preparo.
Sax Barítono — o “grandão do grupo”
Esse aqui é o tiozão grave da família.
Pesado, gigante e com um som que vibra até a costela.
Ele tem aquele timbre grave profundo que dá sustentação ao grupo.
É como o baixo elétrico dentro de uma banda: discreto, mas essencial para tudo soar cheio.
Apesar de ser maravilhoso, é caro, pesado e não é o mais prático do mundo.
Mas quem domina… vira autoridade.
E os saxes raros? (Baixo, Contrabaixo e Tubax)
Esses são os primos que apareceram só no Natal.
Gigantes, graves, e mais usados em projetos experimentais, gravações específicas e orquestras modernas.
Eles são mais difíceis de encontrar, caríssimos e usados por especialistas.
Mas vale a pena mencionar porque mostram como a “família Sax” é quase infinita.
E qual sax é o melhor para começar?
Na maioria dos casos: sax alto.
Ele é confortável, mais barato, fácil de segurar e responde bem à embocadura dos iniciantes.
Mas, claro, nada impede alguém apaixonado pelo tenor de começar por ele.
A música é liberdade, né?
Só não recomendo soprano de primeira, porque a afinação é bem exigente — e pode frustrar o aluno sem necessidade.
Por que os tamanhos mudam tanto o som?
Aqui vai a parte simples:
Quanto maior o instrumento → mais grave o som.
Quanto menor o instrumento → mais agudo o som.
É como o tamanho das cordas de um violão: corda grossa = grave; corda fina = agudo.
O sax funciona da mesma forma — é física pura.
Conclusão: cada saxofone tem sua alma
A graça dos saxofones é justamente que cada um tem uma personalidade sonora.
Tem o elegante, o versátil, o poderoso, o gravão marcante…
E entender isso ajuda você a escolher o instrumento que combina com seu bolso, seu gosto e sua jornada musical.
Se você quer dar seus primeiros passos com segurança e orientação profissional, conheça o curso “Iniciantes do Sax” do professor Pablo Ribeiro — formado e especializado em saxofone no Brasil e que já tocou e estudou no conservatório francês de Lyon.
No curso, você aprenderá desde como comprar seu primeiro saxofone sem cair em armadilhas, até tocar suas primeiras músicas com confiança.
Além disso, terá acesso a centenas de músicas simplificadas e uma metodologia que une teoria e prática musical desde o início.
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